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XVII Jornada de Psicanálise de Aracaju

O NÚCLEO PSICANALÍTICO DE ARACAJU - NPA com 21 anos  de existência apresenta sua XVII Jornada de Psicanálise de Aracaju, nos dias 25 e 26 de outubro, com o tema “Cultura e Comunidade: o divã a passeio”, Um olhar psicanalíco por temas de de maior importância na atualidade, como a infância e a adolescência, o feminino, a violência, o proprio desenvolvimento humano, essa estranha psicanálise, a nossa comunidade e a cultura em que vivemos.

  • XVII Jornada de Psicanálise de Aracaju

    outubro 25, 2019 – outubro 26, 2019

XVI Jornada de Psicanálise de Aracaju

O NÚCLEO PSICANALÍTICO DE ARACAJU - NPA está completando 20 anos e comemoraremos esta tão importante data com a XVI Jornada de Psicanálise de Aracaju, nos dias 19 e 20 de outubro, este ano com o tema “O estranho familiar”, quando receberemos importantes palestrantes de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Recife e, claro, de Aracaju, para juntos trabalharmos e trocarmos experiências com o público presente.

Será uma ocasião ainda mais especial com o lançamento da 1ª. Edição da  REVISTA MULTIVERSO – Órgão Oficial do NPA, que trará importantes contribuições científicas de colegas de diversos Estados brasileiros, além da Argentina, do Uruguai e da Itália.

Todos estão convidados, profissionais e estudantes de qualquer área do conhecimento que se interesse pela alma humana e suas vicissitudes.

Assim, esperamos vê-lo em breve, desejando um encontro rico, profundo e transformador!

Um grande abraço e até lá,


Yusaku Soussumi – Diretor Científico do NPA

Adalberto Goulart – Presidente do NPA


  • XVI Jornada de Psicanálise de Aracaju

    outubro 19, 2018 – outubro 20, 2018

Pré-Congresso BION

 

O PRÉ-CONGRESSO BION 2017 faz parte do ENCONTRO INTERNACIONAL BION 2018 que reune analistas de diversas partes do mundo promovendo o diálogo das complexidades inerentes à obra bioniana, desvendando e ampliando o legado que nos foi deixado por este extraordinário pensador. O tema escolhido para esta edição do evento é PENSAMENTOS SELVAGENS.

Os Pré-congresos visam organizar um encontro científico de qualidade para os estudiosos do pensamento de W. R. Bion que reverbere na mente de todos os participantes a qualidade e força com que o próprio autor conseguiu semear. Esse é o desejo que reúne os membros da SBPRP engajados nas diferentes comissões organizadoras do Bion Internacional 2018. As comissões de Organização dos Pré-congressos Bion Internacional 2018,  incentivam a elaboração de atividades nessa direção nas diversas Sociedades Brasileiras de Psicanálise do nosso país.

Local dos Pré-Congressos e Datas:

Local

Data

Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

Setembro 2017

Fortaleza, Ceará, Brasil

Novembro 2017

Aracaju, Sergipe, Brasil

Novembro 2017

Catania, Sicília, Itália

Dezembro 2017

Curitiba, Paraná, Brasil

Abril 2018

Goiânia, Goiás, Brasil

Abril 2018

 

  • Pré-Congresso BION 2018 – Aracaju

    novembro 24, 2017 – novembro 25, 2017

    Apresentação

    Recebemos o convite da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Ribeirão Preto, por intermédio do colega Pedro Paulo Ortolan e da sua Diretoria, para realizarmos este Pré-Congresso Bion, em Aracaju, cientes da nossa grande responsabilidade. E o aceitamos, com muita honra e gratidão pelo reconhecimento, com a certeza deque não estávamos sozinhos nessa empreitada. Os membros do Núcleo Psicanalítico de Aracaju (NPA) prontamente se motivaram para esta organização e trouxemos grandes estudiosos da obra de Bion no Brasil, para este debate, aos quais muito agradecemos também.

    “Pensamentos Selvagens” é o tema principal do nosso Pré-Congresso, como também é o tema do Encontro Internacional Bion 2018, que após as edições da Argentina, do próprio Brasil, do Chile, da Espanha, dos Estados Unidos, da França, do Marrocos e da Itália, ocorrerá desta vez, de 26 a 28 de julho, na cidade de Ribeirão Preto/SP, organizado pela SBPRP, que contará com a presença de importantes pensadores da obra de Bion de vários países do mundo.

    A nossa programação foi organizada com oito conferências de uma hora, seguidas por trinta minutos de discussão e ao final teremos uma mesa redonda com a presença de todos os conferencistas. Assim, desejamos um excelente Pré-Congresso a todos, que seja rico, profundo e criativo, trazendo a nossa contribuição para que as sementes lançadas por Bion continuem a florescer e a dar frutos, que por sua vez deixarão novas sementes. Sejam todos muito bem-vindos!

    Adalberto Goulart – Presidente do NPA

    Yusaku Soussumi – Diretor Científico do NPA

X INCONTRO ITALO-BRASILIANO DI PSICOANALISI 2018

X INCONTRO ITALO-BRASILIANO DI PSICOANALISI 2018

“Relazione analitica e funzione terapeutica: variazioni sul tema”

ROMA 18, 19, 20 MAGGIO 2018

  • X Encontro Ítalo-Brasileiro de Psicanálise 2018

    maio 18, 2018 – maio 20, 2018

    RELAÇÃO ANALÍTICA E FUNÇÃO TERAPÊUTICA: VARIAÇÕES SOBRE O TEMA

    Fausta Romano

    “Quando o dedo aponta para a lua, o tolo olha para o dedo”.

    Há quatro anos, propomos um congresso sobre a temática do Fazer analítico.  Com nosso grupo, continuamos a refletir e desenvolver algumas sugestões nascidas da temática, ao longo de nossas discussões clínicas e teóricas, e chegamos a considerar que fosse necessário retomar a questão da Relação Analítica, apesar de o assunto, poderíamos afirmar, ter sido objeto de debate amplamente estudado, não apenas no meio psicanalítico.

    No decorrer de nossa discussão, de fato, vieram à tona perguntas e questionamentos, a respeito dos quais gostaríamos de analisar e comparar vários pontos de vista.

    O homem, enquanto ser social, não pode senão estabelecer relações para poder existir e pensar, para poder estar em relação a si mesmo: relações entre coisas, entre si e as coisas, entre si e os outros. E isso é fato comprovado. Todavia, não é sempre necessário tornar a relação um objeto de estudo.

    Considera-se amiúde objeto aquilo que queremos tratar, mas não parece necessário se deter sobre a forma com a qual estamos tratando tal objeto, já que esta forma pode se deixada para o pano de fundo:  como se fosse já dada.

    Acontece, porém, que, em nosso trabalho clínico, tenhamos que nos transformar naqueles tolos que, ao invés de (ou, até mesmo, além de) olhar para a lua que lhes é indicada, detêm-se a olhar para o dedo: a maneira e a forma com que o analisando dispõe-se em relação a si mesmo e ao mundo, a maneira com que o analista dispõe-se no contexto da relação analítica e a maneira com que esta relação tão especial, a relação analítica, se constitui e funciona.

    Ela é, para nós, instrumento e, ao mesmo tempo, objeto de nosso fazer analítico.

    O estudante de medicina aprende a conhecer o corpo humano graças a desenhos, números, química, anatomia etc. Mas nós não podemos cortar e abrir uma mente para ver como é feita. E o instrumento do qual podemos lançar mão para aproximar-nos de seu funcionamento é justamente a relação, aquela que denominamos relação analítica.

    E aqui se apresenta um primeiro nó da questão: a partir de qual ângulo de perspectiva podemos nos referir a corpo e mente? O corpo que o estudante de medicina vai conhecendo, que corpo é? E o corpo que estuda, até que ponto pode ser reconduzido ao corpo vivo, em funcionamento e, diríamos, subjetivo? Hoje, a ciência médica pode servir-se de protocolos cientificamente predefinidos. E até que ponto o corpo de cada indivíduo, singularmente, lhe corresponde? É cada vez mais difícil delinear e respeitar uma distinção nítida entre corpo e mente, já que na dimensão corporal podemos identificar um funcionamento que poderia ser definido mental e, certamente, não podemos pensar e nos referir a uma mente que flutue fora de seu corpo.  As neurociências hoje nos dizem, por exemplo, que a ação que temos a impressão de realizar voluntária e conscientemente, foi, na verdade, decidida por nosso cérebro alguns instantes antes da nossa tomada de consciência.

    Corpo e mente, Uno e Bino, assim como os definiu Ferrari, considerando-os conjuntos de funções, constituem um conjunto paradoxal de unidade e alteridade: unidade enquanto conjunto incindível, originário e original, de funções integradas; alteridade, porque no ser humano manifesta-se a consciência de ter um corpo, de poder dirigir-se ao próprio corpo como a algo distinto e que, em suma, é si mesmo.

    Certamente, a teoria da complexidade, hoje, nos suporta na construção de uma visão unitária do funcionamento do indivíduo, mas isso implica também uma univocidade entre os instrumentos dos quais nos servimos? Ou temos que aprimorar e aprofundar as várias e específicas abordagens, dentro de seus respectivos limites e potencialidades, aumentando e articulando melhor as possibilidades de uma recíproca integração?

    Se pensarmos na relação analítica e no seu constituir-se, podemos ainda distingui-la, assim como propunha Ferrari, de qualquer outro tipo de relação, que ele incluía no conceito de relação comum? “Se, no caso de uma Relação Comum, a relação estabelece-se na base da hipótese que o outro protagonista ou participante é, de alguma forma, já conhecido, no caso da Relação Analítica a hipótese é inversa, justamente porque o outro deve revelar-se na mesma relação”. (Ferrari, 1983, tradução livre)

    E na relação comum, definida por decisões socioculturais anteriores, em que sentido e até que ponto o código de encontro resulta predefinido? Para fazer um exemplo, quais expectativas recíprocas socioculturais definem o encontro entre médico e paciente e, em geral, nas relações denominadas “de ajuda”?

    E podemos ainda afirmar, com Ferrari, que “a especificidade do espaço que torna possível uma Relação Analítica situa-se, justamente, na sua relativa autonomia em relação aos modelos e aos esquemas que determinam em geral uma Relação Comum"?

    E ainda, a Relação Comum, preponderantemente disciplinada por códigos predefinidos, responde por inteiro a um princípio determinístico? Ou, vice-versa, se é verdade que a relação analítica se manifesta no seu acontecer, para além de modelos pré-constituídos, podemos considerá-la inteiramente isenta de aspectos determinísticos?

    E o que comporta assumir esta hipótese segundo a qual “o analista assume como centro de seu próprio interesse não tanto o analisando enquanto tal - transformado em analisando objeto - mas o próprio espaço em que uma relação analista-analisando é possível"? (Ferrari, 1983, tradução livre) Um tema que, para nós, é fundamental e sobre o qual nos detemos por longo tempo, diz respeito à especificidade da disposição do analista: se assumimos o conceito de funcionamento mental como um conjunto complexo e específico não objetivável e, portanto, não cognoscível em si, qual poderia ser a função da relação analítica e qual a do analista? Podemos considerar como sendo função da relação analítica a possibilidade de ativar, em seu desenvolvimento, processos de transformação em ambos os seus participantes? E em que sentido, em que direção?

    Finalmente, ao refletir sobre a atenção especial que, no âmbito da relação analítica, é dedicada aos processos que acompanham a sua conclusão, nos perguntamos se podemos afirmar que uma análise possa terminar e o que isso significaria. E uma relação médico-paciente é terminável?

    Conscientes da complexidade dos temas expostos até aqui, gostaríamos, mais uma vez, de criar uma ocasião de encontro entre várias perspectivas, para tentar progredir mais um pouco na reflexão e no conhecimento dos instrumentos peculiares dos quais nos servimos na prática clínica diária.

    Por isso, também nesta ocasião, os trabalhos serão enviados antecipadamente a todos os participantes, para que o debate possa ser o mais possível amplo e articulado, e para que possamos, mais uma vez, realizar um encontro em que a experiência de "trabalharmos juntos" seja frutífera e agradável.

     

    Assim como, juntos, em nosso grupo, discutimos até chegar à construção dessa nova apresentação da qual estou reunindo as linhas-mestras até aqui, e à proposta desse novo Encontro de debate e intercâmbio científico sobre o tema.

Jornada de Psicanálise de Aracaju

Encontro científico que conta com a participação de profissionais de destaque na psicanálise de Sergipe e do Brasil e do exterior.

  • XV Jornada de Psicanálise de Aracaju

    abril 7, 2017 – abril 8, 2017

    VIDA E TEMPO

    Vida e Tempo, Tempo e Vida.

    Dois fenômenos, duas dimensões, inseparáveis como uma realidade única. Dois fenômenos que intersão. Só é possível referir o tempo porque estamos vivos. A vida gerou o Tempo, que gerou a Vida e a biodiversidade. Na Natureza, vida e tempo se manifestam numa dualidade que inter-é. Na vida há muitos tempos, um tempo para surgir, um tempo para crescer, um tempo para desenvolver, um tempo para produzir, o tempo todo da vida para se formar até o tempo de morrer, no eterno ciclo do tempo, continuum permanente na sucessão dos impermanentes que o constituem. A vida flui na dimensão dos muitos tempos que a contêm e a fazem existir, multirreferenciais e multidimensionais, fazendo-se acompanhar de paradigmas metamórficos, que fluem necessariamente com ela sob o signo da impermanência, da mudança, da transformação.

    O homem é vida no tempo que lhe pertence. Pertence? Talvez sim, talvez não, até que a consciência que vida e tempo lhe dotaram, desfaça qualquer ilusão de seu senhorio sobre  vida e tempo, e sobre o poder de interferir no seu próprio caminhar pela vida no tempo que lhe cabe cumprir.

    O Homem hoje, pretenso senhor da vida e do tempo, na justificada necessidade de alcançar o ideal de vida por ele concebido, nela se aprisiona, e rouba ao tempo sua dimensão qualitativa que poderia ajudá-lo a construir o sentido da Vida.

    Onde mora o tempo na vida presente? Na Memória do Passado ou na Memória do Futuro?

     

    Yusaku Soussumi

    Diretor Científico NPA


Congresso Internacional Sobre o Corpo em Psicanálise – Encontro Ítalo-Brasileiro de Psicanálise

Encontro científico internacional bianual realizado pelo IPFR Brasil e IPFR-Itália em parceria com NPA promovendo uma integração de saberes do mundo da psicanálise com foco na teoria de Ferrari e sempre conta com participação de profissionais de destaque do Brasil e da Itália.

  • IX Encontro Ítalo-Brasileiro de Psicanálise

    julho 29, 2016 – julho 30, 2016

    Quando observamos um recém-nascido, um organismo que veio ao mundo tão perfeito e, ao mesmo tempo, ainda tão em transformação, nos colocamos diante de algumas questões.

    Certamente o recém-nascido parece saber se orientar no emaranhado de necessidades e sensações derivantes de sua corporeidade: qual seria, então, a condição que lhe possibilita este saber?

    Estudos relativamente recentes nos testemunham que, ainda na vida intrauterina, o feto é capaz de utilizar seus órgãos dos sentidos: audição, olfato, tato, paladar.  O aparato da visão, embora já pronto para ver, aperfeiçoa sua função depois do nascimento. Desta forma, o feto pode, por exemplo, perceber a voz da mãe e outros sons provenientes de dentro e de fora do corpo da mãe, assim como pode perceber o sabor do líquido amniótico no qual está mergulhado, o mesmo sabor e o mesmo cheiro do colostro que encontrará e reconhecerá ao vir ao mundo, a voz que reconhecerá de imediato, ao nascer e ouvir a voz da mãe.

    Assim sendo, os órgãos do sentido desenvolvem uma função fundamental, garantindo uma continuidade no seio daquela cisão avassaladora que é o vir ao mundo, abandonado o corpo que, até então, serviu de abrigo.

    Com efeito, o que muda substancialmente ao nascer é o fato que aquele indivíduo, agora distinto do corpo da mãe, deve colocar em funcionamento todos os aparatos, inclusive os perceptivos, deve assumir todas aquelas sensações, conhecidas e desconhecidas, porque nada mais lhe será garantido, uma vez fora do útero.

    Para viver, deve assumir sua fome e todas as demais sensações.

    Portanto, ativam-se imediatamente as funções do perceber e do registrar as sensações percebidas, uma espécie de função mental ainda profundamente arraigada na dimensão corporal, indispensável para selecionar, discriminar, perceber e registrar todas as sensações provenientes da corporeidade, reduzindo progressivamente a condição marasmática e permitindo, desta forma, que o sistema corporal e o sistema psíquico entrem em funcionamento.

    A partir desse momento e por toda a nossa existência, nossos órgãos dos sentidos continuarão desenvolvendo a função fundamental de organizar e selecionar as sensações, favorecendo o ativar-se de processos de pensamento em vários níveis de organização e funcionamento.

    Por esta razão, são definidos Organizadores físicos e Coordenadores psíquicos (Ferrari, 1992).

    Ocorre que, no decorrer do desenvolvimento do aparato psíquico, este, cada vez mais, se distancia da dimensão corporal que o gerou, definindo assim uma relação conflitiva internamente ao sistema. Emoções mais ou menos intensas, ligadas à dimensão sensorial e perceptiva em sua relação com o aparato psíquico, nem sempre conseguem se expressar ou encontrar continência e isto pode gerar um desequilíbrio entre o sentir, o perceber e o pensar, confluindo em formas desarmônicas por vezes tão graves a ponto de comprometer a própria vida, quando a distância e o conflito entre a dimensão corporal e a psíquica chegam até a bloquear a conexão com as percepções sensoriais.

    Queremos, assim, refletir sobre a maneira com a qual o que sabemos acerca da função organizadora da sensorialidade possa constituir um instrumento clínico e, portanto, potencialmente transformador no âmbito da relação analítica e sobre como seria possível utilizar os órgãos dos sentidos em sua função de organizadores físicos e coordenadores psíquicos, e, logo, como instrumentos aptos a iniciar uma comunicação funcional na dimensão vertical do analista e do analisando, no contexto da relação analítica.

  • X ENCONTRO ÍTALO-BRASILEIRO DE PSICANÁLISE

    janeiro 22, 2018 – janeiro 23, 2018


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